Eternamente Menina

Serei eternamente menina, nas minhas memórias, nos meus amores, nos meus sorrisos... Esta é uma página, que se pretende não ser apenas de memórias de amores perdidos... mas sim, a lembrança de que o amor nunca morrerá no meu coração de menina...




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  • Segunda-feira, Janeiro 02, 2012
    Poema para uma imagem (a pedido)




    A chávena vazia
    no canto da janela.

    A chuva miudinha
    no frio do vidro.

    O corpo sequioso
    de um liquido quente
    ou de um abraço de
    calor permanente.

    Publicado por menina_marota em 01/02 às 06:24 PM
    Categoria: Poesia • (0) Comentários
    Sexta-feira, Dezembro 23, 2011
    Natal - 2011




    No ar que passava
    na janela
    A pálida linha de uma sombra
    levanta a face
    meiga
    faz feliz
    afirma-lhe uma nota
    um fá
    de clave e tudo
    completa
    musica
    uma linha inteiriça
    um acorde
    que me acorde
    que me diga
    que me levante
    que não me deite
    que me deleite
    linha de ar meigo
    sem ar
    sem meio
    com fim
    enfim



    Poema de Marco Henriques (Tretinhas)




    Este poema foi deixado gentilmente num comentário que desde já agradeço

    Publicado por menina_marota em 12/23 às 01:32 PM
    Categoria: Poesia • (2) Comentários
    Domingo, Novembro 20, 2011
    Sorriso



    Hoje vou vestir-me de ternura.
    Ousar passear na rua dos teus braços,
    caminhar dedo a dedo pelos fios do teu cabelo,
    desaguar no mar bravo do teu corpo e
    sorrir…

    Publicado por menina_marota em 11/20 às 12:30 PM
    Categoria: Poesia • (2) Comentários
    Sbado, Outubro 08, 2011
    Bom dia...

    Imagem de National Geographic

    Paira no ar
    o canto dos pássaros
    sobrevoando
    verdejantes ramos
    partilhado no calor
    dos sentidos.


    É nesta hora
    que a ternura
    da Amizade
    ressalta o poema
    vivido.

    Publicado por menina_marota em 10/08 às 12:17 PM
    Categoria: Poesia • (2) Comentários
    Sexta-feira, Setembro 23, 2011
    Fonte de Vida...


    Imagem Rodney Smith



    Que dizer desta água que chora um tempo vivido?


    Ela corre na bica do pensamento.


    Triste? Sofrido?
    Que importa?


    Se no correr límpido
    a alegria se lhe junta, gota
    a gota, como em cada novo amanhecer
    o Sol desponta trazendo novo dia.


    Corre, água pura da fonte,
    lava a mente de sofrimento
    e na alegria do sentir,
    momento a momento,
    o prazer do sol no horizonte,
    rasga o sorriso e sente na pele
    a frescura desse líquido puro,
    que mata a sede e nos lábios perdura.

    Publicado por menina_marota em 09/23 às 04:50 PM
    Categoria: Poesia • (3) Comentários
    Tera-feira, Setembro 13, 2011
    ...continuidade



    “Serenidade não é frivolidade nem complacência; é a sabedoria e o amor mais elevado, é a confirmação de que toda a realidade se encontra desperta na orla de todos os abismos e profundezas. A serenidade é o segredo da beleza e a verdadeira substância de toda a arte.”
    de, Hermann Hesse





    Não é isso que todos desejamos? A continuidade daquilo que nos faz felizes seja pessoas, locais, sentimentos ou pequenas coisas da Vida…
    Ao dar, aqui, continuidade ao Eternamente Menina, que teve o seu início em Maio de 2005 numa outra “plataforma”, quero somente continuar a partilhar as palavras que preenchem a minha alma e os meus sentidos.
    Muito grata a todos os que me têm acompanhado nesta caminhada.


    É na palavra partilhada
    alegre, sol no coração
    que o poeta sente a
    brisa correndo
    lés a lés, movendo-se
    em ditongos de
    oração.

    Entre palavras
    voa uma gaivota
    seduzida pela aragem
    nascida das ondas
    (brisa marinha com aroma a jasmim)
    face a face
    com a lua que envergonhada
    se esconde numa nuvem
    e a deixa passar.

    É na palavra partilhada
    ousada
    inebriante de anseios
    que os enamorados
    lado a lado
    caminham entre
    sulcos de desejos
    na demora de um tempo,
    audacioso, que transmita
    o tumulto dos seus corações
    bravios, sedentos, ardentes
    de mil afectos
    e se unam no desejo incontido
    corpo pele suor
    e mitiguem a sede abrasadora
    dos seus lábios.

    É a palavra
    partilha de sentimentos
    que se cruzam na vida
    e no coração.


    Publicado por menina_marota em 09/13 às 06:45 PM
    Categoria: Poesia • (12) Comentários